segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

jovem de 19 anos é morto por cães, na ilha vermelha de orós


segunda feira, 23 de fevereiro de 2015, algo chocante aconteceu em uma ilha do açude orós. Dois jovens por nome de Jose Michael da silva nunes de 19 anos que morreu e Dereca “apelido” que são de orós, estavam, pescando em uma canoa próximo a uma ilha chamada de “ilha vermelha”, e derrepente foram surpreendidos com a chegada de dois cachorros de raça: hottwalle.  Os animais avançaram sobre eles de forma brutal, o rapaz” Odorio” que se chama dereca sabia nadar e então fugiu nadando para outra margem da ilha, e o outro “ Maico “ que não sabia nadar ficou sendo sufacado pelos cães que o matou afogado e lesionado.  O seu parceiro de pesca disse que não pode fazer nada por ele, pois se tentasse o salvar seria morto também. Ele disse que foi muito triste ver o seu amigo morrendo sem poder fazer nada.  Então vinheram os guardas vida que logo em seguida localizaram o corpo do jovem dentro do açude. Os policias que estiveram presente levaram o corpo para o local devido. Os responsável pelos cães estão sendo observados.

Informações do blog do gecione vieira

choveu 62 milímetros em oros, na madrugada deste domingo


sábado, 21 de fevereiro de 2015

sobre mortandade de peixe em orós


 Açude Orós recebe, por meio do Rio Jaguaribe e de seus afluentes, dejetos de dezenas de cidades e de vilas rurais que não têm saneamento básico 
Orós. Produtores de tilápia em tanques-redes no Açude Orós, localizado na região Centro-Sul do Ceará, enfrentam um novo ciclo de mortandade do pescado. A ocorrência de morte é mais comum no período de maio a julho, mas, neste ano, vem surpreendendo os criadores desde janeiro passado. O reservatório é o segundo maior do Ceará e acumula atualmente 46% de sua capacidade.
O Orós tornou-se um dos maiores produtores de peixe da espécie tilápia em cativeiro, no Estado do Ceará. São cerca de 500 famílias, em 18 comunidades, envolvidas com a atividade econômica e uma produção mensal estimada em 420 toneladas. Nos últimos dez anos, a criação de pescado trouxe uma significativa melhoria de renda para os moradores, que antes viviam da pesca artesanal e da agricultura de subsistência.
Gaiolas
O problema pode estar relacionado com a quantidade de peixe nas gaiolas, a queda do nível do reservatório, a baixa produção de oxigênio e a inversão térmica. A mortandade vem ocorrendo em quase todas as comunidades e revela que os produtores precisam seguir as orientações técnicas e que há um limite para manter a sustentabilidade da produção em larga escala.
O piscicultor Pedro Emídio da Costa confirmou a morte de peixe nas localidades de Jardim, Brejinho, Jurema e Pereiro dos Pedros. "É mais um prejuízo que atinge os produtores que já têm dívidas. Costa adiantou que os criadores estão reduzindo a compra de alevinos. "A nossa preocupação é com a queda do nível do açude. Dizem que vão liberar mais água para o Castanhão",
O coordenador local do Centro Vocacional Tecnológico (CVT), Paulo Landim, observa que o momento é de dificuldade, mediante a queda de volume de água do reservatório e a incerteza se haverá chuva suficiente para a recarga do açude.
"Estamos atravessando um momento de dificuldades e não podemos, de maneira alguma, pensar em expansão da atividade", frisou. "Os produtores devem diminuir a quantidade de peixe nas gaiolas".
Os técnicos avaliam que a redução deveria ser em torno de 50%. A decisão, se for tomada, representa queda na produção ao longo deste ano. "É o caminho correto para reduzir o risco de morte", frisou Landim. "À noite, os ventos fortes seguem na direção da água para a margem, criando ondas que retornam por baixo, levando material aquático e água com pouca oxigenação. É esse processo que causa a falta de oxigênio e a morte dos peixes", explicou.
Preso nas gaiolas, o pescado não tem como sair para águas mais profundas, oxigenadas. A orientação é que nesse período os criadores reduzam a quantidade de alimentação, restringindo-a ao período da manhã. "O peixe não morre por fome, mas por falta de oxigênio. Se tiver sido alimentado no período da tarde vai precisar de mais oxigênio para digestão e respiração, exatamente à noite, quando ocorre a fotossíntese", explicou. "Para reduzir a mortandade é uma questão de manejo".
Outra saída é a retirada das gaiolas das áreas mais próximas das margens para águas mais profundas. "Os criadores precisam verificar à noite o comportamento dos peixes e quando perceberem que há risco de morte, conduzir os tanques redes para locais mais distantes, com melhor qualidade de oxigenação", frisou Landim.
Outro problema é evidente no Açude Orós: a poluição. O reservatório recebe, por meio do Rio Jaguaribe e de seus afluentes, dejetos de dezenas de cidades e de vilas rurais, que não têm saneamento básico.
Prejuízo
Em maio de 2014, a mortandade de tilápias atingiu cerca de três mil gaiolas, deixando prejuízo para mais de 100 famílias. Somente na localidade de Jurema, o prejuízo foi em torno de R$ 300 mil. Os projetos experimentais de criação de tilápia em tanques redes começaram em 2004, com 20 gaiolas. Logo houve expansão. Hoje são 3.500.
Esse número pode ser superior, pois há queixa de que unidades são implantadas de forma irregular, sem autorização e a outorga das instituições envolvidas. O mercado é favorável e o êxito do empreendimento está relacionado à capacidade de organização e conhecimento dos produtores. "Há dificuldades, mas a atividade é lucrativa. Os grupos que investem parte dos recursos conseguem crescer".

 Do diario do nordeste

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Orós se assusta com fortes ventos

No final da tarde desta quarta feira 18 de fevereiro de 2015, um vento forte sem chuvas assustou muita gente em oros. Mas não aconteceu nada que pudesse prejudicar alguma pessoa.

Os distritos de orós: guassussê, igarói e palestina terão policiamento

Guassussê, um policiamento 24 horas e uma viatura para os distritos de Guassussê, Palestina e Igarói. 

O destacamento da policia militar ficará a disposição da população dos três distritos, vinte quatros horas por dia, durante sete dias por semana, o destacamento será composto por 4 policiais militares. Fonte: governo de Orós

Seca pode comprometer piscicultores de oros



A seca já começou a incomodar os piscicultores de orós,
 causando medo de  serem comprometidos com o baixo volume das aguas do açude .Mas a esperanças ainda continua de virem boas chuvas em nossa região, disse os piscicultores.